quinta-feira, 27 de outubro de 2011

Mime #30: Some news about Muse

Sei que ninguém dá a mínima, e olha como eu me importo!

Começamos, então, com uma daquelas listas tão úteis quanto o perfume do papel higiênico perfumado, que só servem pra deixar geral irritado. Aqui vai:


Revista elege os melhores riffs de guitarra do século XXI

A revista especializada Total Guitar produziu uma votação entre os leitores para escolher os melhores riffs de guitarra do século XXI. O grande vencedor foi o Muse, com o riff da música "Plug in Baby".

Segundo o editor da revista, Stephen Lawson, "o Muse venceu porque o vocalista Matt Bellamy é o guitar hero definitivo do século 21". E a banda volta a aparecer na lista, na quinta posição, com a faixa "Knights of Cydonia".


Confira a lista completa:

10) Avenged Sevenfold - Beast And The Harlot
9) The Killers - Mr Brightside
8) Machine Head – Halo
7) White Stripes - Seven Nation Army
6) Queens of the Stone Age - No One Knows
5) Muse - Knights of Cydonia
4) Dream Theater - The Dark Eternal Night
3) Avenged Sevenfold – Afterlife
2) Velvet Revolver – Slither
1) Muse - Plug In Baby


Então, na opinião de vocês, qual é o grau de inutilidade dessa lista? ^^
Ok, depois do iminente fracasso, vamos à próxima, que talvez provoque algum interesse:


Muse com "muito material" para o novo álbum... E querem editá-lo em outubro de 2012

 

Banda liderada por Matthew Bellamy está em estúdio neste momento a trabalhar no sucessor de The Resistance.


Os Muse estão neste momento em estúdio e já têm "muito material" para o próximo álbum, que pretendem editar em outubro do próximo ano. A notícia é avançada por Anthony Addis, manager da banda britânica.
Em declarações à Billboard, Addis revelou alguns detalhes sobre os trabalhos para o sexto álbum dos Muse, que sucederá a The Resistance. "Já escreveram muito material, mas não se sabe o que vai sair dali. Eles escrevem constantemente. Escrevem na estrada, portanto antes ou depois de um concerto escrevem todas as noites".
"Foram agora para o estúdio de gravação. O plano é fazer tudo em Londres. À partida, o álbum deverá sair em outubro do próximo ano", disse ainda o manager, antes de dizer que a banda considera a fase de composição um "processo sério", mas que nunca se sabe o que vai acontecer quando os três músicos se juntam porque "compõem individualmente".




Só pra constar, não houve comentários engraçadinhos neste post, um milagre vindo de algo do Blitz.


Então, por inutilidades é isso. Tchau, até a próxima.
Por: Mime

Mime #29: Cutucando onça com vara curta ... again!

Então, galerinha do mal. Saca só: agora são 4h44 da manhã (façam um pedido!) e está caindo uma chuvinha propícia para a prática do sono profundo, e o que eu estou a fazer? Dormindo? Não! Estou trazendo cultura ao povão, claro! So, here we go again!!!


Coldplay: "Sei que as letras das nossas músicas são um pouco merdosas", admite Chris Martin

 

Vocalista da banda britânica diz que se orgulha da letra de "Charlie Brown", tema incluído no novo álbum Mylo Xyloto.


Chris Martin, vocalista dos Coldplay, admitiu em entrevista ao NME que a banda tem letras pouco inspiradas: "Sei que as letras das nossas músicas são um pouco merdosas, mas gosto muito das de 'Charlie Brown' (tema do novo álbum, Mylo Xyloto)".
Na mesma entrevista, o cantor disse também que "Princess of China", dueto com Rihanna, é também um dos pontos mais altos do novo álbum, que sai para as lojas na próxima segunda-feira, 24 de outubro. Martin explicou também que a parte cantada por Rihanna é a única que consegue suportar ouvir, "porque não é a minha voz".
Sobre o nome do álbum, o músico explica que não tem qualquer significado específico, mas que no futuro poderá ter, "como Coca Cola ou Google".



Atualização: Sendo hoje quinta-feira, 27 de outubro, o novo álbum do Coldplay já está completando 4 dias de disponibilidade nas lojas.


Então, povo, vejamos agora os comentários de nossos amigos lusitanos a respeito da notícia acima:


Look at the stars, (olha para as estrelas)
Look how they shine for you, (olha como brilham para ti)
And everything you do, (e tudo o que fazes)
Yeah they were all yellow, (sim todas são amarelas)

 (...)

Your skin (a tua pele)
Oh yeah your skin and bones (oh sim a tua pele e ossos)
Turn into something beautiful (tornan-se em algo maravilhoso)
D'you know for you i bleed myself dry (sabes por ti sangro a seco)

Sem comentários.



Já estou farta de ver estes gajos à frente. Gostava muito de Coldplay, mas não consigo ouvir o último álbum por estar tão péssimo comparado ao que eles faziam no tempo de "clocks". E se o vocalista acha que as letras são merdosas e não gosta de ouvir a sua voz então o que é que está ali a fazer?




Este ao menos admite a merda que anda a fazer!



"Princess of china" um dos pontos mais altos do novo álbum!!!!!!!!!! LOOOOOOOOOOOOL, nunca pensei eles virem a dizer isto, MAS A MUSICA É UMA GRANDE M**DA! Arruína completamente o álbum. Nem sei o que está ali a fazer no meio. Para conseguir chegar ao fim do álbum até tenho que passar a frente dessa "música". Enfim deprimente, já tive mais respeito por eles, agora nem por isso...



Este gajo já parece o PELÉ... Quando está calado é poesia.

Sinceramente voltem rápido aos tempos dos primeiros álbuns porque agora estão se a tornar uma banda tão vulgar que já enerva.



Ahahaha Caguei-me a rir ao ler isto:

«Martin explicou também que a parte cantada por Rihanna é a única que consegue suportar ouvir, "porque não é a minha voz".»

Para alguém que tem uma amplitude vocal super reduzida para um vocalista e para quem muitas vezes tem dificuldade em segurar notas... Tens-te em muito boa conta! Demasiada!

Admitiu que é um péssimo letrista? Finalmente!...







Essa é a melhor parte do Blitz: os gajos que comentam conseguem expressar exatamente o que estou pensando, assim me poupam o tempo de raciocínio!



Então, já chega de cutucação de onça por hoje. Ou talvez não, em seguida tem mais um, wee!

Por: Mime

quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Sei lá cara #8 "Chuck Taylor"

All Star 

Bom hoje o assunto é sapato,não é música mais ao longo do post vai se direcionar a esse assunto \o
Breve definição e história do All Star :Ele começou a ser produzido no ano de 1917,não era muito popular até o jogador de basquete Chuck Taylor usa-lo.
Na década de 1950,o sapato tinha se tornado popular entre os fãs de Rockabilly,os fãs de Punk rock também adotaram a nova moda no fim da década de 1970.O All Star,se tornou popular mesmo a partir da década de 1990,devido o vocalista da banda Nirvana,Kurt Cobain telo usado muito.E com isso várias bandas/artistas/músicos famosos o adotaram.






Aqui um All Star estampado com um pedaço carta de despedida de Kurt Cobain,antes do suicídio  
Hoje

Bom,hoje ele é usado por crianças, adolescentes(eu \o que tenho só 6 pares):,adultos,jovens,praticamente pessoas de todas as idades.
Junto com a modernidade,acabam modificando e estragando oque ja estava bom...


Admiro-me e espanto-me por não ter aparecido coisas mais chamativas que esse ultimo all star e.e'
Bom era isso,se ficou uma merda,incompleto e desinteressante desculpem-me :T
Mas não será o ultimo ainda melhorarei \o
Bejo gente e não esqueçam de usar muito all star e ouvir muito rock!

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Mime #28: Falando em música ...

Então, saca só:




Aí está. Milésimo show em comemoração dos 20 anos de Acústicos e Valvulados. Nessas horas, eu gostaria de ser gaúcho ... e de ser gente, pra frequentar um show.

Ok, próximo assunto:

A banda que mudou meu conceito sobre rock eletrônico: MGMT


Pra mim, até pouco tempo atrás, rock eletrônico era apenas uma desonra ao rock de verdade. Mudei minha mente depois de ouvir Kids na rádio:



Ok, agora pra finalizar bonito, com vocês, O MAIOR MOSH DA HISTÓRIA!!!


O protagonista do stage diving atende pela alcunha de L. Potter, pra quem não manja, comunicador da rádio Atlântida, entre outras funções.


É isso aí, galera, muito eletronic rock pra vocês, e keep on headbanging!!! ^^




Por: Mime

Mime #27: Rock in Rio


Olá, povo. Neste post, estarei descrevendo a partir do meu ponto de vista os principais eventos do festival Rock in Rio, que rolou nos dias 23, 24, 25, 29 e 30 de setembro e 1 e 2 de outubro, na Cidade do Rock, no Rio de Janeiro.

Obs.: Todas as citações a seguir são baseadas no que eu, Mime, pude ver pela Globo, levando em consideração opiniões de amigos e de outras fontes.

1º Dia: Bom pra começar, com exceção de nossa querida Claudinha.
Claudia Leitte – Ela não deveria estar lá. Não vi propositalmente, ponto. Nota: 0
Katy Perry – Simplesmente fantástico! Incrível como uma artista pop me chamou a atenção de tal forma. A troca de vestidos em Hot ‘n Cold, só pra citar um exemplo, foi algo que me deixou boquiaberto. Uma mega produção, uma artista sensacional, uma voz agradabilíssima, entre outras coisas, fez, em minha opinião, um dos melhores shows do festival. Nota: 10
Elton John – Como a própria produção do festival disse, foi um show um tanto profissional, sem envolvimento emocional ou interação, apenas obrigação. Devemos, é claro, levar em consideração também o tamanho de sua estrela e a quantidade de pessoas que foram nesse dia para ver exclusivamente ele. Nota: 7
Rihanna – Um bom show. Nem mais, nem menos. Uma voz conforme está nas músicas originais, pouca interação, boas performances, algo nesse contexto. Nota: 8

2º Dia: O dia mais regular.
NX Zero – Ok, um show interessante. Por mais que o som deles não me chame muito à atenção, são fatos que eles são bem populares, suas músicas são hits, etc. Nota: 7.5
Stone Sour – Foi interessante conhecer a sombra do Slipknot. Só isso, mais nada. Nota: 6
Capital Inicial – Grande show. Acertaram cantando seus grandes clássicos, que sem sombra de dúvidas mexeu com o grande público. Nota: 8.5
Snow Patrol – Belíssimo espetáculo! Por mais que eu conhecesse apenas duas músicas dessa banda, confesso que fiquei abismado com a regularidade e o feeling das performances. Nota: 9
Red Hot Chilli Peppers – Mesmo tendo sido uma das maiores decepções do festival, ainda assim são inegavelmente uma das maiores bandas que o mundo já viu. O que posso dizer a respeito do Sr. Flea?! Uma atração à parte, antes que eu precise me rasgar em elogios e exclamações! Quanto aos pontos negativos, foram perceptíveis os seguintes fatos: a voz de Anthony Kiedis, que estava um tanto abaixo da média; a frustrada tentativa do novo guitarrista de fazer competentemente o backing vocal das canções; e a falta de alguns dos grandes clássicos, como Dosed, Scar Tissue, Snow e Universally Speaking, em troca das músicas do novo álbum. Nota: 8.5

3º Dia: Dia de extremos.
Glória – Foi uma lástima o que aconteceu com os garotos (que foram vaiados, pra quem chegou agora de Marte). Uma lástima foi também o que deu na cabeça da produção do festival, que colocou os pobres guris do Glória pra abrir o Palco Mundo do 3º dia, sendo que o Sepultura tocava simultaneamente no Palco Sunset. Glória fez o seu trabalho, foram pagos pra isso, mas não para serem vaiados. Nota: 6.5
Coheed and Cambria – Ao menos não foram vaiados ... bem, se o Sepultura estivesse tocando ainda, seria um bom teste! Nota: 7
Motörhead – Incrível como o vocalista não precisou dar mais que três passos no palco para fazer um excelente show e levantar a galera. Nota: 8.5
Slipknot – Antes de comentar, deixo bem claro que odeio com grande furor. Certo, foi um show digno. Interessante o lance com a bateria no fim do show. Um pouco de estrelismo também da parte dos caras, em minha opinião. Nota: 7.5
Metallica – Pra mim, o grande evento do festival, o que mais se aproximou da perfeição. Teve como ponto alto os efeitos pirotécnicos na introdução de One, além da música em si. Creio que tenha faltado o clássico dos clássicos, Unforgiven, mas foi bom de qualquer maneira. Nota: 10

4º Dia: Destaque para os maiores fails de todo o festival: Joss Stone no Palco Sunset, enquanto “inferiores” se apresentaram no Palco Mundo; e algumas das estrelas brasileiras do festival (Dinho Ouro Preto, do Capital; Rogério Flausino, do Jota Quest; e Pitty) se reuniram para cantar ... Legião. Ok, que fique bem clara minha repulsa por Legião. Agora, continuemos com minha resenha.
Janelle Monáe – Quem é Janelle? Nota: 6
Ke$ha – Uma boa surpresa. Tirando o fato de ela não ter cantado nem 30% das músicas, preenchendo vácuos com gritos histéricos, achei muito legal ela ter transformado o Rock in Rio numa balada em proporções gigantescas. Sua performance em Cannibal teve destaque para a encenação de um coração humano sendo “sugado”, e a excitação do público em Tik Tok foi notável. Nota: 8
Jamiroquai – Típica banda de estúdio. Nem um pouco convincente, muito fraco. Nota: 6.5
Stevie Wonder – Parece que cederam um tempinho a mais pro nosso caro Stevie. Muito bem feito, produção! Muito bem aproveitado, por sinal. Por mais que não me agrade o gênero musical em questão, devo dizer que foi um show contagiante em todos os sentidos. E não sou só eu que digo, claro, isso ficou evidenciado por testemunhas oculares! Nota: 8.5

5º Dia: Bastante diferenciado, até meio confuso, com uma certa sensação de dejavu, eu diria.
Marcelo D2 – O som e o show que esse homem faz é algo genial, deixo bem claro minha opinião. O que fodeu com tudo foi a Rede Globo ter transmitido poucas músicas e pela metade ainda por cima! Porra, Globo, vocês traíram o movimento D2! Apostaria uma moeda que esse show foi foda acima de tudo! Nota: 9
Jota Quest – Então ... deixa eu ver o que eu falei sobre o Capital. Hmm ... então é isso, “grande show.”. Um bom resumo. Qual foi a nota mesmo? 8.5? É, 8.5 tá bom. Nota: 8.5
Ivete Sangalo – Vejamos o que eu disse sobre a Claudinha: “ela não deveria estar lá.”. De fato, o evento se chama Rock in Rio, e não Carnaval in Rio. Também me recusei a ver de propósito. Nota: 0
Lenny Kravitz – Acho que foi bom, não sei se foi bom. Quem é esse cara? Nota: 6.5
Shakira – Gostei demais desse show. A interatividade com o público, chamando aquelas meninas ao palco pra ensiná-las a dançar, mostra o quanto ela se preocupa com quem foi lá para vê-la. Além disso, sua voz e sua dança exótica característica foram marcantes no show. Enfim, creio que fez por merecer um dezinho do Mime. Nota: 10

6º Dia: Um dos melhores, senão o melhor dia do festival, pena foi ... “aquele um lá”.
Frejat – Não curto muito. Showzinho meia boca, muito normal. Nota: 7
Skank – O melhor dos brasileiros no festival. O feeling, a vibe, a energia, foi bom demais da conta, sô! Nota: 9
Maná – Showzaço de um grupo que não é nem americano, nem inglês, nem brasileiro, nem é tão popular assim por aqui. Mostraram do que são feitos. Muito bom mesmo. Nota: 9
Maroon 5 – A apresentação deles no RiR só fez aumentar minha admiração por essa grande banda. Na minha humilde opinião, deviam ser considerados como atração principal do dia (letra maior na programação do site do festival). De igual maneira, foi um show muito animado, com bastante disposição dos músicos, e uma voz privilegiada da parte do cantor. Fantástico, mais um dez! Nota: 10
Coldplay – Por motivos um tanto banais, criei um ódio inexplicável por essa grande do rock atual. Talvez pelo fato de não gostar daquela música mais poser deles. Talvez pelo fato de odiar o riff da música nova. Não sei, mas isso não faz diferença. Outra vez, um show digníssimo. Merece, ao menos, minha consideração. Nota: 8.5

7º Dia: O dia em que as meninas brilharam.
Detonautas – Um show agradável de ver, sem dúvidas. Teve indiscutivelmente como ponto alto a hora em que começaram a falar do tal de Sarney. Não sei quem é Sarney, só sei que deve ser um porra de um FDP. Enfim, bom show, pra mim só falharam cantando Raulzito, eles não são tão grandes a esse ponto. Nota: 8
Pitty – Um verdadeiro show de rock. Suas músicas, sua voz, tava tudo muito bom. Ok, confesso que quase não prestei atenção no show. Passei 70% do tempo comentando com um amigo no MSN o quão gostosa ela estava. O que mais chamou a atenção no show todo foram suas pernas. Desculpem a falta de compostura, mas a verdade tem que ser dita. Nota: 9
Evanescence – Como eu disse, as meninas brilharam nesse dia. A Srta. Amy Lee não me deixa mentir. No festival inteiro, sua voz era a que estava mais próxima da perfeição, nunca imaginei que ela mantivesse ao vivo todo aquele vozeirão das músicas de estúdio. Parabéns mesmo, subiram no meu conceito. Nota: 10
System of a Down – Certo, preciso dizer isso. SOAD foi a maior decepção do festival. Outra típica banda de estúdio, não conseguiram nem de longe manter os padrões das músicas originais. A voz do vocalista mesmo ... foi broxante, se me permitem assim dizer. Uma vez perguntado a um amigo sobre isso, ele respondeu: “Parecia um árabe! ‘Vamos destruir as torres gêmeaaaaas (cantando)! ’.”. E não é que ele tem razão? Nota: 7
 Guns n’Roses – “Desculpem a demora” era o mínimo que nosso balãozinho amarelo devia ter dito quando pisou (lê-se afundou) no palco. Esse fato à parte, o show até que foi bom, tirando que aquilo que estava lá não era Guns, e sim “Axl’s Band”. Axl Rose e sua banda de apoio fizeram um belo show, pena que algumas pessoas já foram embora antes de começar, pois estavam de saco cheio de tanto esperar (tenho um amigo que foi embora antes de começar, então ele pode provar o que estou falando). Nota: 8

No Top 5, reunindo as notas 10, ficaria assim:

1º Metallica;
2º Katy Perry;
3º Evanescence;
4º Maroon 5;
5º Shakira.

Então, é isso. Peço minhas mais sinceras desculpas se atingi alguém, mas só estou dando minha opinião. Bye Bye, people!

Por: Mime